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Neve no Japão cancela 700 voos e perturba tráfego em terra


Cerca de 700 voos domésticos foram cancelados e os tráfegos ferroviário e rodoviário foram muito comprometidos nesta segunda-feira na região de Tóquio e no nordeste do país devido a nevascas intensas, segundo a imprensa local.
Estas tempestades de neve causaram vários acidentes nas estradas e deixaram centenas de feridos.
Um manto de neve cobre com mais de dez centímetros a cidade de Yokohama, no subúrbio de Tóquio. Essa quantidade de neve não era vista em Yokohama desde 2001, segundo o canal
NHK.
Nick Ut/Associated Press
Passageiros descansam no chão do aeroporto internacional de Tóquio enquanto aguardam a retomada dos voos
Passageiros descansam no chão do aeroporto internacional de Tóquio enquanto aguardam a retomada dos voos
Na capital, a camada de neve atingiu 10 centímetros.
Cerca de 400 pessoas ficaram levemente feridas em acidentes causados pela nevasca.
A região nordeste do país, assolada pelo terremoto seguido de tsunami de 11 de março de 2011 e onde milhares de famílias ainda vivem em casas pré-fabricadas e provisórias, também é afetada pelas violentas nevascas.

FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/turismo/1214882-neve-no-japao-cancela-700-voos-e-perturba-trafego-em-terra.shtml

FONTE: 

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Companhia aérea lança primeiro voo direto entre São Paulo e Equador


A Tame Airlines, principal companhia aérea equatoriana, lançou nesta terça-feira (8) o primeiro voo direto entre São Paulo e o Equador, que vai até a cidade de Guayaquil, passando pela capital, Quito.
Guayaquil, cidade do Equador (Foto: Divulgação/Ecuador Travel)Guayaquil (Foto: Divulgação/Ecuador Travel)
Trata-se do único voo direto entre os dois países disponível atualmente. A própria Tame já teve há alguns anos um voo para o Equador partindo de Manaus, mas ele não funciona mais.
O primeiro avião que faz a rota São Paulo-Quito-Guayaquil partiu do Equador ontem às 17h05 e chegou ao Aeroporto Internacional de Guarulhos nesta madrugada, às 2h05. 
A rota terá três voos semanais e será feita em aeronaves com capacidade para 120 passageiros (12 na classe executiva e 108 na econômica).
As saídas de São Paulo ocorrem às terças, quintas e sábados, e de Guayaquil, às segundas, quartas e sextas-feiras. A viagem de ida e volta até essa cidade equatoriana custa a partir de US$ 504 (cerca de R$ 1.022), mais taxas, pela tarifa promocional de lançamento.
Destino prioritário
Para abrir a nova rota, a Tame se beneficiou de um subsídio de 40%, oferecido pelo governo equatoriano à empresa aérea que lançasse uma frequência direta entre os dois países.
Segundo uma assessora do Ministério de Turismo do Equador, Susana Suarez, o Brasil é um mercado prioritário para o Equador.
O Brasil é o quinto destino da Tame fora de seu país de origem, depois de Panamá, Venezuela, Colômbia e Peru. A empresa iniciou há dois anos um processo de internacionalização.
O plano é ir agora para a Argentina em fevereiro e para os Estados Unidos em maio.

FONTE: http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2013/01/companhia-aerea-lanca-primeiro-voo-direto-entre-sao-paulo-e-equador.html

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http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2013/01/caminhoneiro-adepto-do-turismo-de-guerra-busca-adrenalina-na-siria.html


Entediado com seu emprego de caminhoneiro, o japonês Toshifumi Fujimoto, de 45 anos, não quis buscar adrenalina no seu tempo livre em atividades convencionais, como pular de "bungee jump" ou mergulhar com tubarões. Ele preferiu se tornar um turista de guerra.
Toshifumi Fujimoto, turista de guerra, na Síria (Foto: AFP Photo/STR )Toshifumi Fujimoto tira foto em um apartamento destruído em Aleppo (Foto: AFP Photo/STR)
Fujimoto está passando uma semana na cidade de Aleppo, no norte da Síria, onde ele tira fotos e vídeos enquanto se esquiva de balas.

Não é a primeira vez que ele vai passar férias em zonas de conflito. O japonês esteve no Iêmen no ano passado durante as manifestações em frente à Embaixada dos EUA, e no Cairo um ano antes, nos dias que se seguiram à queda do presidente Mubarak. Ele ainda planeja ir ao Afeganistão.
O caminhoneiro já havia passado duas semanas na Síria no fim de 2011, com um visto de turista, mas desta vez entrou no país clandestinamente, vindo da Turquia.

Vestido com uniforme militar japonês e armado com duas cameras fotográficas e uma de vídeo, Fujimoto vai à linha de frente toda manhã para documentar a destruição da segunda maior cidade do país.
Toshifumi Fujimoto, turista de guerra, na Síria (Foto: AFP Photo/STR)Toshifumi Fujimoto anda com sua câmera pelas ruas de Aleppo (Foto: AFP Photo/STR)
Ele não fala inglês, muito menos árabe, e foi entrevistado pela France Presse com a ajuda do tradutor do Google. "Sempre vou por conta própria porque nenhum guia turístico quer ir para a linha de frente. É muito emocionante, a adrenalina corre. Isso me fascina”, afirmou, enquanto era parado por alguns rebeldes, que queriam tirar fotos com ele.
"Não sou alvo para os atiradores porque sou turista, não jornalista. E não tenho medo de que atirem em mim nem que me matem. Sou uma combinação de samurai e kamikaze”, diz.
Ele não ganha dinheiro com as imagens: apenas as compartilha com seus amigos no Facebook. Gastou US$ 2.500 do seu bolso para ir do Japão até a Turquia e paga mais US$ 25 por dia a um morador de Aleppo que lhe dá moradia e acesso à internet.

Fujimoto é divorciado e diz que não tem amigos ou namorada. Tem três filhas, que não vê há quatro anos. “Estou sozinho na vida.”

Isso sim: ele comprou um seguro de vida para deixar dinheiro para elas caso algo lhe aconteça.

FONTE: http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2013/01/caminhoneiro-adepto-do-turismo-de-guerra-busca-adrenalina-na-siria.html

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Uma viagem no tempo. Assim o gaúcho Gabriel Britto, de 36 anos, descreve sua experiência de voar pela companhia Air Koryo. A empresa norte-coreana é a única que tem apenas uma estrela no Skytrax, um conhecido ranking que avalia a qualidade de companhias aéreas no mundo todo, baseado em mais de 800 itens que são analisados por uma equipe.
Avião da Air Koryo (Foto: Arquivo pessoal)O avião soviético que transportou Gabriel até a Coreia do Norte (Foto: Arquivo pessoal/Gabriel Britto)
Segundo o Skytrax, a classificação de uma estrela é dada àquelas companhias que têm “padrões muito baixos”,  com “qualidade inconsistente de serviço prestado a bordo e no entorno do aeroporto”. Sozinha na categoria de estrela única, a Air Koryo é considerada, por esse critério, a "pior companhia aérea do mundo".
Gabriel Britto em Pyongyang (Foto: Arquivo pessoal)Gabriel Britto em Pyongyang (Foto: Arquivo pessoal/
Gabriel Britto)
Gabriel, que viajou para a Coreia do Norte em setembro de 2012, não se intimidou com essa informação, nem quando soube que voaria em uma aeronave russa Ilyushin Il-62M – que, nas palavras de seu guia, teria sido fabricada “com sorte, na década de 70”. “A Air Koryo tem alguns aviões russos mais modernos também, mas eu queria viver a experiência de voar em um avião muito antigo e soviético”, diz.

Ele diz que se tranquilizou quando fez uma pesquisa no histórico de acidentes da companhia (foram registrados apenas dois casos em 50 anos), apesar de saber que os dados passados pela ditadura comunista não são confiáveis. “Fiquei um pouco tenso, claro, mas nada de mais”, afirma. Ele só preferiu não contar à mulher e aos pais que voaria pela Air Koryo, para poupá-los da preocupação.
'Casa de bisavó'
Produtor de conteúdo e redator publicitário, Gabriel gosta de viajar para destinos exóticos, e conta suas aventuras no blog Gabriel quer viajar.  Ele afirma que tinha muita vontade de conhecer a Coreia do Norte, o país mais fechado do mundo. “É o lugar mais diferente que existe no mundo atual. Queria conhecer essa outra realidade”, afirma.
Avião da Air Koryo; aeromoças (Foto: Arquivo pessoal)Aeromoças servem cerveja de garrafa produzida na Coreia do Norte (Foto: Arquivo pessoal/Gabriel Britto)
Para driblar a grande burocracia que envolve pedir uma permissão de viagem diretamente para o governo do país, ele optou por comprar um pacote de uma agência de viagens chinesa.
O voo de Pequim para Pyongyang (capital da Coreia do Norte) saiu com duas horas de atraso e estava lotado. Muitos dos passageiros eram turistas ou estrangeiros que desenvolviam ações humanitárias no país.
Revista do voo da Air Koryo (Foto: Arquivo pessoal)Revista de bordo com propaganda do governo
(Foto: Arquivo pessoal/Gabriel Britto)
Os norte-coreanos podiam ser facilmente identificados pelo broche com a figura dos falecidos ditadores Kim Il-sung (chamado de “Grande Líder”) e Kim Jong-il (“Querido Líder”).
Apesar de pertencer a um país comunista,  o voo tinha divisão de classes: econômica e executiva.
A decoração interna seguia padrões estéticos antigos. “O interior parecia coberto por um papel de parede estampado, bege, que dava um ar de casa de bisavó para o ambiente. As poltronas tinham um tecido grosso, que parecia lã”, descreve Gabriel.

O espaço era tão apertado como o de outras aeronaves atuais, mas as poltronas se inclinavam tanto para trás quanto para a frente, o que permite esticar as pernas caso a cadeira da frente esteja vazia – “uma ideia maravilhosa dos soviéticos”, observa Gabriel.
As comissárias de bordo pareciam um pouco tensas e recriminavam os passageiros que pegassem na câmera fotográfica com um aviso de “No photo”.
Comida do voo da Air Koryo (Foto: Arquivo pessoal)A comida servida no voo
(Foto: Arquivo pessoal/Gabriel Britto)
A comida, segundo Gabriel, era “terrível”. “Era muito insossa, não comi tudo. Lembro que tinha um pãozinho, uma espécie de mortadela, uma coisa meio gelada e doce. Comi porque estava com fome, só para encher a barriga”, descreve.

Entre as opções de bebida, água, cerveja norte-coreana (em garrafa de vidro) e refrigerantes locais – nada de Coca-Cola.

O entretenimento a bordo consistia apenas em uma revista em coreano, em que aparecia com frequência o atual líder do país em poses sorridentes e lugares bonitos. “Era totalmente um material de propaganda do governo”, diz Gabriel.
 
Gabriel Britto com norte-coreanos em Pyongyang (Foto: Arquivo pessoal)Gabriel Britto com norte-coreanos
que conheceu em um boliche
(Foto: Arquivo pessoal/Gabriel Britto)
O voo durou menos de duas horas. Logo na decolagem, uma peça do acabamento se soltou do teto. “Não foi nada que comprometesse, mas foi engraçado. Você já está naquela situação, num avião russo, antigo. Na hora de decolar o negócio solta. Lembro que uma turista deu uma gargalhada muito alta”, conta ele.  O restante do voo não teve intercorrências.
Na chegada, já era possível ver no Aeroporto Internacional Sunan, a 24 km da capital, alguns dos problemas enfrentados pelo país. Cheio de militares, o local estava "largado", diz Gabriel. "Tinha muito capim alto do lado da pista. Os ambientes eram escuros, com luz fraca. A torre de controle ficava em um prédio completamente caindo aos pedaços, com remendos com madeira”, descreve.
Mas, no geral, a experiência superou as expectativas de Gabriel: “Achei um voo tranquilo, muito bom. Teve alguns problemas, mas, sinceramente, já vi companhias aéreas piores”.

FONTE: http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2013/01/brasileiro-conta-experiencia-de-viajar-pela-pior-companhia-aerea-do-mundo.html

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Conheça programas gratuitos ou muito baratos para fazer em Paris


Museus
Quase todos os museus da cidade podem ser visitados gratuitamente no primeiro domingo de cada mês. Mesmo os mais cotados, como o Louvre, o d’Orsay, o Centro Georges Pompidou e o Museu Rodin, fazem parte da lista. As filas para entrar são longas, mas a espera compensa.
Obras dos séculos 19 e 20 no Museu Carnavalet (Foto: Ana Peliz/ G1)Obras dos séculos 19 e 20 no Museu Carnavalet
(Foto: Ana Carolina Peliz/ G1)
Para quem prefere se aventurar fora do circuito mais conhecido, as opções são inúmeras. O Museu Carnavalet é um exemplo. Construído em um palácio do século 16, em pleno coração do Marais, um dos bairros mais charmosos de Paris, o museu conta a história da cidade desde a pré-história até o século 20.
Lá é possível ver uma maquete da prisão da Bastilha e uma reprodução do quarto onde ficou presa a rainha Maria Antonieta após a Revolução Francesa.
Também gratuito e pouco conhecido dos turistas é o “Musée de la Vie Romantique” (Museu da Vida Romântica). Pequeno e cheio de charme, ele fica escondido em uma ruazinha do boêmio bairro de Pigalle e pode ser visitado em menos de uma hora. O acervo tem móveis, telas e esculturas que pertenceram à escritora George Sand, companheira de Chopin, e pinturas de Eugene Delacroix, além de outros artista do período romântico. Mas o maior atrativo é o jardim do salão de chá do museu, que fica aberto de abril a outubro e é um bom lugar para fazer uma pausa entre duas visitas.
Casa de chá do Museu La Vie Romantique (Foto: Ana Carolina Peliz/ G1)Casa de chá do Museu La Vie Romantique
(Foto: Ana Carolina Peliz/ G1)
Outra opção é o “Hôtel de Ville”, a prefeitura de Paris, que tem exposições, históricas e artísticas, gratuitas durante todo o ano.
Atualmente, duas estão em cartaz: “Paris vu par Hollywood” (Paris vista por Hollywood), que mostra como o cinema americano representa a capital francesa, e “C’était des enfants” (Eram crianças), sobre a deportação de crianças judias durante a dominação alemã na França, na Segunda Guerra Mundial.
As exposições da Prefeitura são muito valorizadas pelos parisienses, por isso, prepare-se para as longas filas.
Passeios e vista da cidadeQuem quiser ver a cidade do alto não precisa pagar para subir na Torre Eiffel. O terraço das Galeries Lafayette oferece uma linda e gratuita vista de Paris, com a vantagem que de lá é possível avistar a famosa torre.
Museu do Louvre, em Paris (Foto: Ana Carolina Peliz/Especial para o G1)Passeio gratuito passa pelo Museu do Louvre
(Foto: Ana Carolina Peliz/Especial para o G1)
Os passeios diários do site Newparistours.com passam por pontos emblemáticos como a torre Eiffel, a Île de la Cité, o museu do Louvre e sua pirâmide. Os tours ocorrem duas vezes ao dia e duram 3 horas e meia. São gratuitos e com explicações em inglês.
Já a Associação Panamée organiza circuitos temáticos de três horas. As excursões, em francês, tratam de temas tão variados como “os fabricantes de chocolate de Paris”, “esoterismo e alquimia”, “os jardins de Paris”, “as bibliotecas” e “Paris de Victor Hugo”. Os guias do “Comité Départemental de la Randonnée Pédestre de Paris” (Comitê Departamental da Caminhada de Paris), que organiza os circuitos, descrevem a história de cada lugar contando várias curiosidades.
Shows e concertos
Les Caveau des Oubliettes, pub de Paris (Foto: Ana Carolina Peliz/Especial para o G1)Le Caveau des Oubliettes, oferece shows de jazz diariamente  (Foto: Ana Carolina Peliz/Especial para o G1)
Às terças-feiras, artistas clássicos e contemporâneos de todos os lugares do mundo se encontram para um concerto na Maison de la Radio, durante a gravação do programa “Un mardi idéal” (Uma terça-feira ideal), da Rádio França. É uma boa opção para quem busca novas experiências musicais e quer fazer um programa autenticamente parisiense. Para conseguir ingressos, é necessário chegar na bilheteria uma hora antes de o espetáculo começar.
Outra oportunidade de ouvir boa música  é ir até a bela Igreja da Madeleine. Todo domingo, às 14h, são realizados concertos de música clássica nos “Dimanches musicaux de la Madeleine”.
Para quem prefere jazz, o pub Caveau des Oubliettes, que fica no coração de Saint Germain (o famoso Quartier Latin), tem shows e "jam sessions" todos os dias. Já bares como o Pop In e o International, verdadeiras instituições da noite parisiense, oferecem a chance de descobrir bandas alternativas de rock, folk e pop e DJs de toda a Europa.
Teatro e ópera
Os programas a seguir não são de graça, mas quase. A Opéra Bastille oferece 32 lugares a apenas 5 euros para todos os espetáculos da casa. Para consegui-las, é preciso se apresentar na bilheteria uma hora e meia antes do espetáculo. Cada pessoa pode comprar duas entradas. O único problema é que, por este preço, os lugares sentados não são garantidos. Mas, considerando que a entrada de uma ópera pode custar até 300 euros, o desconforto compensa.
Conhecido por suas representações de Molière, o tradicional teatro da Comédie Française, fundado por Luis XIV em 1670, também oferece 65 lugares a 5 euros, todos os dias. Para consegui-los também é preciso chegar com antecedência na sala Richelieu. Nas primeiras segundas-feiras de cada mês, estes lugares são gratuitos para quem tem menos de 28 anos.
Serviço
Museus
Museu do Louvre
Endereço: Musée du Louvre, Paris, França (metrô Palais Royal - Musée du Louvre)
Horário: das 9h às 18h (fechado nas terças-feiras)
Site: www.louvre.fr
Museu D'Orsay
Endereço: 62 Rue de Lille, Paris, França (metrô Solférino)
Horário: de terça a domingo das 9h30 às 18h (na quinta-feira, abre até as 21h).
Site: www.musee-orsay.fr
Centro Georges Pompidou
Endereço: 19 Rue Beaubourg, Paris, França (metrô Rambuteau)
Horário: de 11h às 22h (fechado nas terças-feiras)
Site: http://www.centrepompidou.fr/
Musée Rodin
Endereço: 79 Rue de Varenne, Paris, França (metrô Varenne)
Horário: De terça a domingo, das 10h às 17h45 (de 1° de outubro a 31 de março o jardim fecha às 17h).
Site: www.musee-rodin.fr
Museu Carnavalet
Endereço: 29 Rue de Sévigné, Paris, França (metrô Saint-Paul ou Chemin vert).
Horários: De terça a domingo, das 10h às 18h (entrada até as 17h15)
Site: http://carnavalet.paris.fr
Musée de la Vie Romantique
Endereço: 16 Rue Chaptal, Paris, França (metrô Pigalle).
Horário: De terça a domingo, das 10h às 18h (fechado nos feriados).
Site: vie-romantique.paris.fr
Hôtel de Ville
Endereço: 5 Rue de Lobau, Paris, França (metrô Hôtel de Ville)
Horários: De terça a domingo, das 10h às 19h (fechado nos feriados)
Site: www.paris.fr
Vistas e passeios
Galerias Lafayette
Endereço: 40 Boulevard Haussmann, Paris, França (metrô Chaussée d'Antin - La Fayette)
Horário: das 9h30 às 20h (fechado nos domingos)
Site: http://haussmann.galerieslafayette.com/
Panaméé
Quando: Terceira quinta-feira do mês, das 19:00 às 22:00 horas. Não precisa fazer reserva.
Informações: www.rando-paris.org/-Calendrier-du-Comite-.html
Newparistours.com
Quando: Diariamente, das 11h às 13h, saída no metrô Saint Michel. Reserva obrigatória pelo site.
Informações: www.newparistours.com/daily-tours/paris-free-tour.html
Espetáculos
Un mardi idéal
Quando: Terças-feiras, às 19h30.
Endereço: Maison de la Radio: 116 Avenue Kennedy, Paris, França (metrô Ranelagh ou Passy). Entrada livre. Convites disponíveis na bilheteria, no hall da Rádio França.
Site: www.radiofrance.fr
Dimanches musicaux de la Madeleine
Quando: Domingos às 16h.
Endereço: 14 Rue de Surène, Paris, França (metrô Madeleine)
Site: www.concerts-lamadeleine.com
Le Caveau des Oubliettes
Endereço: 52 Rue Galande, Paris, França (metrô Cluny-La Sorbonne).
Horários: Diariamente a partir das 17h.
Site: www.caveaudesoubliettes.fr
Pop In
Endereço: 105 Rue Amelot, Paris, França (metrô Saint Sebastien Froissart).
Horários: Diariamente a partir das 18h30.
Site: http://popin.fr/
L'International
Endereço: 5/7 Rue Moret, Paris, França (metrô Ménilmontant).
Horários: Diariamente a partir das 18h.
Site: www.linternational.fr
Opéra Bastille
Endereço: 120 Rue de Lyon, Paris, França (metrô Bastille).
Site: www.operadeparis.fr
Comédie Française
Endereço: Place Colette, Paris, França (metrô Palais Royal-Musée du Louvre).
Site: www.comedie-francaise.fr.

FONTE :http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2012/10/conheca-programas-gratuitos-ou-muito-baratos-para-fazer-em-paris.html

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Navios e cruzeirosKirchner pede que prefeito da capital mantenha velhos vagões de metrô

A presidente argentina, Cristina Kirchner, pediu ao prefeito de Buenos Aires que não retire de circulação no sábado os históricos carros da linha 'A' do metrô, os mais velhos no mundo ainda em uso.
O prefeito Mauricio Macri, líder da oposição e aspirante à presidência em 2015, decidiu substituir os vagões de madeira de 100 anos por novos provenientes da China, alegando temores de riscos à segurança na movimentada linha de metrô. Mas a medida desencadeou protestos de políticos, que observam que a linha A só passou por um acidente até hoje.
Passageiro ocupa histórico vagão da linha A do metrô de Buenos Aires, em 2 de janeiro de 2013 (Foto: Natacha Pisarenko/AP)Passageiro ocupa histórico vagão da linha A do metrô de Buenos Aires, em 2 de janeiro de 2013 (Foto: Natacha Pisarenko/AP)
Na quinta-feira, Kirchner opinou a favor de manter os históricos vagões.
"Pedimos que estas estruturas... sejam reformadas, restauradas, porque fazem parte do patrimônio cultural, assim como este velho elevador que tem 100 anos, mas que continua funcionand"', disse Kirchner em uma cerimônia na sede do governo.

FONTE: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/01/kirchner-pede-que-prefeito-da-capital-mantenha-velhos-vagoes-de-metro.html

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onheça oito museus com acervos incomuns


No que diz respeito a museus, Nova York é muito mais que o Metropolitan e o MoMa. Paris não se esgota em Louvre, d'Orsay e Pompidou. Impossível resumir Londres a lugares como British Museum, Tate e National Gallery.
Mas se o tempo é curto em uma primeira visita, o recomendável é se ater mesmo ao óbvio: opte pelo roteiro-padrão dos guias de turismo.
No entanto, se surgir uma folga na viagem ou se estiver voltando à cidade pela segunda, terceira vez, aventure-se por museus fora do lugar-comum. Aí sim, fuja do óbvio.
Correspondentes e colaboradores da Folha em três continentes -América, Europa e Ásia- visitaram alguns dos acervos mais inusitados e interessantes do mundo.
Em Manhattan, adultos e crianças brincam com a alta tecnologia do Museu da Matemática. Na capital francesa, adultos -e só eles- se divertem com arte erótica (veja aqui ).
Os turistas saem assustados do Ateliê da Morte Negra, em Barcelona, mas espanto mesmo é se deparar com uma coroa com quase 1.500 diamantes no Museu das Joias, em Teerã.

FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/turismo/1212538-conheca-oito-museus-com-acervos-incomuns.shtml

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ovens que viajam ao exterior sem os pais devem ter autorização especial


Há pouco mais de um mês, uma adolescente brasileira que viajou sozinha para Miami foi detida no aeroporto e levada a um abrigo, onde aguarda decisão sobre uma possível deportação.
Segundo a mãe, a menina de 15 anos queria conhecer os parques da Disney, e iria se encontrar com uma tia-avó que mora na cidade e que a estava esperando no aeroporto. O motivo da detenção ainda não foi esclarecido.
Adolescente e criança em aeroporto (Foto: Getty Images/Symphonie)Pai e mãe devem autorizar por escrito a viagem
(Foto: Getty Images/Symphonie)
Pela lei brasileira, crianças e adolescentes podem viajar sozinhas para o exterior, desde que tenham a autorização de ambos os pais.
Essa autorização precisa ser preenchida de acordo com um modelo oficial, disponível neste link.
Tanto o pai quanto a mãe têm que imprimir duas vias da ficha, preenchê-las, assiná-las e reconhecer a firma em cartório.
As autorizações devem ser apresentadas junto com o documento de viagem da criança (passaporte, RG ou certidão de nascimento, dependendo da exigência do país de destino) à Polícia Federal, no aeroporto.
Em geral, as companhias aéreas também pedem para ver as autorizações no momento do check-in.
O procedimento é válido para crianças e adolescentes de qualquer idade, mas algumas companhias aéreas não aceitam embarcar as que são muito novas.
A Gol, por exemplo, não transporta crianças de menos de 5 anos que estejam desacompanhadas de um adulto – seu serviço de acompanhante só é válido para as que tenham a partir dessa idade.
Uma autorização judicial para a viagem só é necessária em casos excepcionais.
O mais comum deles é quando não é possível obter a autorização de um dos pais porque ele está em paradeiro desconhecido, afirma o juiz Reinaldo Cintra, membro da Coordenadoria da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça de SP.
Quando o pai e mãe têm divergências em relação à viagem, também pode-se recorrer a um juiz.
Não é exigida nenhuma declaração que comprove que há alguém esperando o passageiro menor de idade no destino. “Mas sempre deve haver alguém esperando no aeroporto, para que o adolescente não chegue sozinho a um país estranho”, orienta Reinaldo Cintra.
Segundo ele, a viagem sem acompanhante deve ser uma exceção. “O ideal é que a criança ou o adolescente viajem acompanhados de alguém responsável”, afirma.
Acompanhante da companhia aérea
Muitas companhias aéreas cobram pelo serviço de acompanhamento de menores a bordo. Na Gol, a cobrança é feita desde junho deste ano. O valor é de US$ 60 para voos internacionais e R$ 90 para os nacionais.

Na Tam, o serviço é obrigatório para crianças entre 5 e 12 anos incompletos e opcional para adolescentes entre 12 e 17 anos. A taxa cobrada fica entre US$ 50 e US$ 75 em voos para o exterior e é de R$ para voos domésticos.

A criança é embarcada com prioridade, recebe atenção durante a viagem e é levada até um funcionário do aeroporto do destino, que a acompanha até a área de desembarque.
Para a advogada Luciana Atheniense, especialista em direito do turismo, mesmo nos casos em que o serviço de acompanhamento a bordo for opcional, o ideal é que os pais o contratem, pois é mais uma garantia de que o jovem chegará bem ao destino.
"Se um adulto já tem que se cercar de garantias ao viajar para o exterior, no caso de uma criança ou um adolescente viajando sozinho a cautela deve ser ainda maior", diz ela.
Segundo Luciana, o adolescente deve levar dinheiro, o comprovante de reserva do hotel e a passagem de volta. "Se ele for se hospedar na casa de parentes, o anfitrião pode escrever uma carta ou um e-mail", completa.
Também é recomendável que ele leve um papel com os números de telefone da pessoa que o estará aguardando, da Embaixada brasileira no país de destino e da agência de viagens que vendeu o pacote ou a passagem.
A advogada orienta ainda a fazer um seguro de viagem. “Alguns incluem até assistência judicial. É preciso deixar o adolescente amparado”, afirma.
Tanto Luciana quanto o juiz Reinaldo Cintra afirmam que casos como o da menina que foi detida em um abrigo de Miami são raros. "Adultos deportados eu vejo todo dia, mas nunca soube de um caso como esse", diz Luciana.

FONTE: http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2013/01/jovens-que-viajam-ao-exterior-sem-os-pais-devem-ter-autorizacao-especial.html

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